Diário de um louco


14/08/2007


Repórter policial passa por cada coisa...

Na tarde da última terça-feira, recebi um chamado para a Central de Flagrantes de Timon, onde uma dupla acusada de assalto estava presa, depois de serem espancados e capturados por populares no bairro Cidade Nova. Isso seria uma coisa comum se não fosse um fato inusitado. Na delegacia, logo depois que peguei as primeiras informações com a vítima e o delegado, fui conversar com um dos acusados, Antônio Constantino Ferreira de Sá, de 18 anos. Na conversa com o suposto bandido, notei um odor insuportável, de cocô mesmo.

Não me contive e perguntei se o rapaz estava com algum problema estomacal. Ele respondeu: “eu não vou mentir, mas eles me bateram de todo jeito e eu caguei mesmo. Depois disso, eu nunca mais volto a roubar”.

A afirmação serviu de lição para os bandidos, que, segundo Antônio Constantino, não devem sair de casa para cometer crimes com vontades de fazer cocô.

O pior mesmo foi para os demais presos, creio que uns quatro dividindo a cela. Além do calor e a umidade, tiveram que suportar o odor do companheiro por várias horas.

 

Segundo os policiais, Constantino, autuado por tentativa de assalto e porte ilegal de arma, no momento do crime, estava na companhia de um adolescente, de iniciais I.S.S., de 17 anos.

Escrito por Diego às 18h57
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